Demasiado fácil, demasiado difícil: pode a IA detetar o tédio e a sobrecarga cognitiva?
Os sistemas de aprendizagem adaptativa prometem ajustar a dificuldade em tempo real utilizando dados comportamentais. Mas será que conseguem realmente detetar o tédio ou a sobrecarga cognitiva? Este artigo mostra que estes estados profundamente subjectivos e motivacionais estão largamente fora do alcance das métricas. O ajuste "à medida" não pode ser puramente algorítmico: requer uma regulação híbrida que combine dados, interpretação pedagógica e metacognição do aluno.