Publicado em 05 de abril de 2023Atualizado em 05 de abril de 2023
Uma cidade flutuante em construção na Coreia
Uma solução para os refugiados climáticos
A questão das alterações climáticas não é uma questão feliz. Os cenários mais pessimistas da subida dos mares parecem estar mais próximos da realidade do que nunca. Como resultado, as populações insulares estão em risco de serem submersas a médio e longo prazo. O que fazer com estas populações?
A cidade de Busan, na Coreia do Sul, pode estar no continente, mas tem muito medo da subida do nível das águas que possa prejudicar as suas actividades e os seus cidadãos. Assim, uma empresa coreana chamada Oceanix, em colaboração com as Nações Unidas, desenvolveu uma ideia para uma cidade flutuante. Três módulos seriam criados para acomodar até 30.000 pessoas: o primeiro para alojar cidadãos, o segundo para proporcionar entretenimento e o terceiro para a investigação científica. As plataformas seriam concebidas para se adaptarem bem ao mundo oceânico, evitando mais poluição. A energia necessária seria toda verde e não haveria carros na cidade, apenas peões e ciclistas.
As Nações Unidas esperam que outros países sigam esta solução a fim de poderem acomodar, entre outros, refugiados climáticos, se necessário. A construção da primeira cidade flutuante na Coreia terá início em 2023 e deverá estar pronta em 2035. Obviamente, outras medidas estão a ser consideradas por alguns territórios, tais como a possibilidade de elevar o nível das ilhas de modo a não serem inundadas. No entanto, a resposta mais válida continua a ser evitar um aquecimento tão significativo que poderia levar a um aumento demasiado elevado do nível da água.
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