Como é que o desenho universal para a aprendizagem pode ser aplicado?
O acesso à aprendizagem é suposto ser um direito universal. Na realidade, porém, as escolas reproduzem, inconscientemente ou não, preconceitos e divisões baseados em vários critérios, como o meio socioeconómico, o género dos alunos, a sua origem étnica, etc. É possível introduzir um ensino inclusivo para todos os alunos?
Realidade virtual, uma nova forma de contar histórias
A realidade virtual oferece a oportunidade de se imergir em diferentes lugares reais ou fictícios. Assim, esta tecnologia terá muitas utilizações no futuro, mas a narração de histórias poderá ser uma das abordagens que mais mudará graças a ela. Quer sejam contos curtos ou documentários jornalísticos de grande impacto, cada vez mais histórias beneficiarão da imersão em 360 graus, especialmente com a democratização das câmaras fotográficas.
O equilíbrio precário dos pais na escola
Tornar-se pai ou mãe é uma opção de vida que se depara com muitos obstáculos. Antes de mais, há a gestão das finanças, do espaço e dos horários. Isto torna-se ainda mais complexo quando se está a estudar ou a regressar à escola. No entanto, algumas pessoas fazem-no apesar da falta de recursos e de apoio das suas instituições.
Ignorar a centelha criativa nos estudantes
A criatividade é procurada num mundo de consumidores passivos. Muitos sistemas escolares procuram acender a faísca da inspiração nos estudantes para se tornarem cidadãos pró-activos. As ferramentas digitais permitem muita experimentação, claro. Contudo, por vezes deixar os alunos aborrecerem-se pode gerar uma fibra criativa insuspeita.
Exercitar as suas competências ao ponto de controlar o seu ambiente de aprendizagem
Quando uma administração deixa o controlo do ambiente e da execução para aqueles cuja competência reconheceu, a escola ajusta-se e os professores passam a estar envolvidos. Levando a lógica um passo à frente, se os alunos são reconhecidos como competentes para estudar, porquê retirar o controlo do seu ambiente de estudo, incluindo tanto a forma como se organizam como a forma como o fazem? Porque não podem escolher cursos on-line na escola secundária?