Da inteligência emocional à manipulação
Desde há cerca de vinte anos, a inteligência emocional é reconhecida pelos especialistas. Para alguns, tornou-se mesmo a chave para um mundo construído sobre a ajuda e a compreensão mútuas. Mas será que ter um quociente emocional elevado garante empatia e bondade para com os outros? Não necessariamente, segundo muitos especialistas.
Quando a IA do fornecedor responde à IA do cliente
Quais são as consequências da utilização da I.A. na relação cliente-fornecedor nos concursos públicos? O que é necessário para convencer um cliente?
O paradoxo dos ecrãs na escola
Na década de 2010, todos os sistemas escolares procuravam integrar a tecnologia digital por todos os meios possíveis. Agora que já foi introduzida há algum tempo, muitos intervenientes neste domínio, incluindo políticos, estão a fazer campanha para que se dê um passo atrás. Deverão os ecrãs ser proibidos, como alguns defendem? Ou será que a resposta está numa utilização mais ponderada e adequada?
Petiscos em África
Comer com os dedos é um modo de vida em África e um hábito que poderia muito bem ser adotado noutros locais.
Quando se trata de concorrência, não se deve escolher o adversário errado!
Numa sociedade que se orgulha do desempenho, não será a competição o reflexo de uma corrida contra si próprio e contra os outros? De que tipo de desempenho estamos a falar? É aquela que nos puxa para cima e nos faz explorar o melhor de nós próprios, ou é aquela que nos dobra sob o jugo de sistemas de pensamento, levando-nos à exaustão e, por vezes, abandonando as nossas próprias aspirações pelo caminho?