IA generativa: uma nova arma cognitiva, um novo alfabeto ou uma nova linguagem comum?
A IA generativa redistribui as capacidades de produção e de análise intelectual. É uma tecnologia de poder cognitivo suscetível de amplificar as desigualdades entre os que a dominam e os que lhe estão sujeitos. O seu potencial emancipatório depende das condições educativas, culturais e institucionais em que é adoptada. Estaremos prontos a considerar o domínio das tecnologias cognitivas como uma componente essencial do bem comum educativo?
Exercitar a inteligência emocional na tomada de decisões
A gestão das emoções está intimamente ligada à tomada de decisões. Para exercer a inteligência emocional, é necessário desenvolver um certo número de competências, nomeadamente a capacidade de manter o silêncio, de se libertar da auto-depreciação e de dominar a euforia.
Formação de assistentes sociais em justiça ambiental
Uma das tarefas dos assistentes sociais, seja qual for a estrutura em que trabalham, é defender os direitos das pessoas. A atual situação climática traz consigo um novo preceito: a justiça ambiental. Trata-se de um novo conceito com o qual a profissão ainda não se sente confortável e ao qual, até há pouco tempo, pouco se dedicava.
Governação urbana das cidades em aprendizagem
As formas como as estruturas administrativas das cidades são governadas e aplicadas definem o ADN primário das células vivas da aprendizagem urbana. Quando a administração que governa a cidade é ela própria uma aprendente, então transmite a aprendizagem para além da esfera administrativa.
As três fases da inovação local
Como é que a inovação germina no silêncio, surge em espaços colectivos e depois é retomada e institucionalizada, ainda que sob certas condições?