Sedução versus défice de atenção
Cativar é o objetivo da sedução; daí a ideia de a contrastar com o défice de atenção. Se podemos ser seduzidos com um piscar de olhos, há todo um contexto nesse piscar de olhos para que ele se torne tão eficaz e adquira um significado tão perturbador... Ensinamos e aprendemos por uma boa razão, aquela que nos seduz.
Que técnicas de ensino escolher?
Dependendo do objetivo de aprendizagem que se pretende atingir e dos conhecimentos e competências a transmitir, algumas técnicas de ensino são mais adequadas do que outras. Como é que se escolhe a mais adequada? Consulte este mapa mental para o ajudar a fazer a escolha certa num ápice!
As propriedades da perceção na conceção de cursos em linha
Um curso fluido respeita estas regras simples, muitas vezes de forma intuitiva. Podemos obviamente seguir outros caminhos experimentais, quem sabe o que poderemos descobrir, mas o facto é que os nossos circuitos de perceção e de processamento da informação estão "ligados" de uma determinada forma e que ter isso em conta na conceção dos cursos e dos sítios de formação conduz a melhores resultados.
As técnicas de criatividade não desenvolvem a criatividade
As técnicas não criam criatividade. Podem, no máximo, fornecer um enquadramento, mas nunca garanti-lo. A inovação nasce do encontro entre uma postura mental, a reflexão e o acolhimento do inesperado.
Aprender cada vez mais depressa ou aprender em profundidade
O dilema da aprendizagem rápida e lenta é uma falsa divisão? Como é que podemos pensar em bifurcações e mudanças, para criar uma ecologia de aprendizagem diferente? Uma forma de reaprender a habitar o conhecimento em vez de o consumir.