Publicado em 17 de outubro de 2023Atualizado em 17 de outubro de 2023
Poderão os novos OGM salvar a agricultura?
Serão eles a solução para as alterações climáticas?
Os organismos geneticamente modificados (OGM) suscitaram uma grande paixão no final dos anos 90 e início dos anos 2000. Muitas pessoas sentiam-se incomodadas com a ideia de inserir genes de espécies diferentes em legumes e frutos para os tornar resistentes. Além disso, na Europa, a regulamentação é muito rigorosa em comparação com a das Américas. Mas com o aumento das alterações climáticas, até a Comissão Europeia começa a pensar em flexibilizar a regulamentação das NTGs (novas tecnologias genómicas).
Estas últimas técnicas consistem em utilizar a tecnologia Crispr para cortar uma cadeia de ADN de uma planta. Desta forma, a planta modificará o seu código, mas desta vez com uma mutação que a levará a necessitar de menos água e fertilizantes, ou a resistir a fungos e vírus.
No entanto, os grupos ambientalistas continuam a opor-se ferozmente a estas técnicas, apesar de a ciência, até à data, não ter demonstrado qualquer risco para o ambiente ou para os seres humanos. As associações estão preocupadas porque os OGM na América do Norte e do Sul deram origem a plantas demasiado resistentes aos herbicidas. Os agricultores passaram então a utilizar ainda mais estes venenos, pondo em perigo as espécies de insectos e os ecossistemas. Além disso, os cientistas admitem que devem ser introduzidas certas regras para evitar facilitar as acções poluentes.
Será que os novos OGM vão salvar o mundo da agricultura no contexto de uma população numerosa e das alterações climáticas? Certamente que não por si só. Mas algumas pessoas gostariam que lhes fosse dada uma oportunidade.
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