Falar em público e animais
A capacidade de se exprimir bem em público é tratada desde a Antiguidade como uma caraterística inerente à espécie humana. É a capacidade de um indivíduo manipular a sua voz, os seus membros, os seus olhos, os seus lábios, o seu silêncio, etc., para convencer um público, geralmente o do seu alter ego humano. Mas qual é a relação com as outras espécies animais? Será que precisamos de convencer ou persuadir outras espécies?
Reconhecimento de qualificações: podem ser realmente "equivalentes"?
O contexto torna-se um elemento importante a ter em conta no reconhecimento de competências de um país e de um sistema para outro.
Poderá a educação seguir a via da baixa tecnologia?
A tecnologia torna a nossa vida mais fácil, mas também acarreta um pesado fardo ecológico. O movimento "low-tech" procura fazer quase a mesma coisa, mas de uma forma mais económica e sustentável. Esta ideia está agora a chegar às faculdades de engenharia. Que tal introduzi-la ao nível da escola primária?
Aprendizagem e interação humana na era digital
Entre a digitalização e a presença, qual é o equilíbrio certo para uma aprendizagem eficaz? Embora as ferramentas digitais ofereçam flexibilidade e uma grande quantidade de conteúdos, não podem substituir a profundidade da interação humana na aquisição de conhecimentos. O desafio consiste em criar percursos de aprendizagem híbridos que combinem o melhor dos dois mundos, sem sacrificar as competências interpessoais no altar da tecnologia.
Eliminação dos estereótipos de género nos livros escolares
Embora as sociedades estejam geralmente a tentar reduzir as desigualdades de género, os estereótipos permanecem. Os manuais escolares são um excelente exemplo disso, com uma ausência de figuras históricas femininas e ilustrações muito clichés de papéis ou profissões. No entanto, este problema é bastante fácil de resolver.