É possível compreender a evolução de uma simulação? Ainda mais com uma que data de 2006? Parece que sim, para nosso espanto. "Gene Pool", criado por Jeffrey Ventrella, é uma simulação educativa que explica como as espécies vivas evoluíram em função do seu ambiente.
Aqui, os utilizadores são apresentados a pequenos robôs coloridos chamados "swimbots". Estes podem ser totalmente personalizados no início do jogo e deixados num ambiente homogéneo ou, pelo contrário, com uma mistura muito heterogénea de criaturas.
Os robots alimentam-se, movem-se e seduzem-se uns aos outros de acordo com diferentes parâmetros. Como resultado, ao fim de cerca de trinta minutos, os alunos devem aperceber-se das mudanças que ocorrem diante dos seus olhos, com certas mutações causadas ou não por eles.
A simulação tem algumas opções muito interessantes para acompanhar situações dramáticas (luta por comida, criaturas prolíficas, amor mútuo, etc.). Será possível criar uma variedade de ambientes onde os robots serão atraídos por aqueles que são realmente diferentes ou não. 0
Os "jogos" devem durar pelo menos meia hora e, em termos absolutos, prolongar-se-ão enquanto o tempo não puder ser acelerado (uma das deficiências do software). No entanto, esta pode ser uma oportunidade para incentivar os alunos a deixarem a simulação correr em casa para verem o que acontece a seguir. É de notar, no entanto, que não existe predação propriamente dita, pelo que a evolução não se baseia nela, o que retira grande parte das mutações na natureza.
Swimbots do pool genético
A página da autoridade educativa de Lille com uma ficha de trabalho para utilizar a simulação na sala de aula
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