Publicado em 14 de maio de 2025Atualizado em 14 de maio de 2025
Cultivar a empatia na equipa
Apoiar-se mutuamente
Somos criaturas emocionais. Mesmo que algumas pessoas insistam que não é assim, as nossas emoções desempenham um papel importante na forma como realizamos as nossas tarefas, nas nossas relações connosco próprios e com os outros, etc. O local de trabalho não é exceção a esta realidade, mas ainda há uma tendência para as ignorar tanto quanto possível.
Este podcast sobre soft skills incide sobre este tema, nomeadamente no contexto do trabalho em equipa. Muitos conflitos poderiam ser evitados se todos fossem capazes de manter a empatia.
A empatia é mais do que simplesmente ouvir os outros. Trata-se de ser capaz de se colocar mentalmente no lugar da outra pessoa para compreender como ela se sente e vê as coisas. Esta perceção permite a cada um de nós compreender melhor os nossos colegas de equipa para encontrar compromissos, soluções que tenham em conta diferentes visões, etc.
Isto é cultivado através de uma abordagem empática, ou seja, uma escuta ativa em que a outra pessoa não só ouve, mas também reflecte o que compreendeu. A sensibilidade às atitudes não verbais também é importante para detetar subtilezas nos estados de espírito das outras pessoas.
Por fim, é preciso aprender a exprimir os seus sentimentos para suscitar o desejo de o fazer nos outros. Isto não significa revelar tudo, mas significa não esconder o stress, as alegrias, as preocupações, as frustrações, etc., que rodeiam não só o trabalho, mas a vida em geral.
Quantos livros sobre outros países ou livros traduzidos leu quando era criança? Em África, a maioria das respostas referir-se-á a livros para crianças estrangeiros, enquanto que noutros continentes, as respostas referir-se-ão muito provavelmente a um livro infantil de produção indígena. Este primeiro artigo, numa série, apresenta a necessidade de publicação multilingue de livros para crianças, o próximo irá apresentar como ultrapassar os desafios existentes.
Neste primeiro quartel do século XXI, assiste-se à emergência de uma nova forma de adquirir conhecimentos através da acção, para além da acção através do fracasso, que pode conduzir à realização pessoal e, por conseguinte, ao sucesso e à superação de si próprio.
Para investir numa procura de qualidade, o questionamento é mais do que uma necessidade. No contexto escolar, os alunos, na sua maioria, não seguem este caminho. Por outro lado, o ser humano não está frequentemente aberto à crítica. Saber formular uma crítica construtiva e benevolente é um incentivo à ação...