Publicado em 11 de fevereiro de 2026Atualizado em 11 de fevereiro de 2026
A música proibida que está a abalar as autoridades russas
O aspeto geopolítico e crítico da música
Durante a era soviética, as autoridades vigiavam de perto os artistas, nomeadamente os músicos. Qualquer pessoa que tocasse canções consideradas provocatórias pelo regime era colocada numa lista negra. Isto significava que estavam proibidos de tocar na rádio ou de atuar em qualquer palco em qualquer parte da URSS, correndo o risco de serem presos pela polícia. Imaginava-se que a dissolução da URSS conduziria a uma maior liberdade e ao fim destas práticas. Mas não.
O regime de Putin ressuscitou a lista negra. As canções e os artistas são banidos do território russo. Além disso, os músicos tomam muitas vezes conhecimento desta situação através dos meios de comunicação social e não através de uma notificação formal, como acontece noutros países da Europa ou da América do Norte.
A situação tornou-se ainda mais tensa desde a guerra com a Ucrânia em 2022. Os artistas que se manifestam contra o conflito e os seus líderes não são bem-vindos através dos canais convencionais. No entanto, esta música é ouvida. O Estado russo não tem controlo sobre as plataformas de escuta na Internet. Por conseguinte, serve de válvula de escape para um público que está zangado com o poder autocrático em vigor. Para os músicos, no entanto, a situação continua a ser complexa, uma vez que a proibição de concertos na Rússia os impede de obter rendimentos significativos. Além disso, mesmo fora do país, alguns músicos podem ter problemas com as autoridades públicas que tendem a favorecer o atual regime russo.
A situação inversa também é complicada. A reportagem da ARTE mostra, entre outras coisas, uma cantora ucraniana que prefere usar o russo para exprimir as suas emoções. Uma decisão que desagradou muito aos ucranianos, que a classificaram de traidora e a ameaçaram de morte. Especialmente porque, no início da guerra, ela fugiu para Berlim, o que não foi bem recebido.
A tentativa de estar presente artisticamente neste contexto não foi fácil para a jovem. Na Bulgária, um estilo de música proibido durante o regime comunista continua a ser mal visto pelos habitantes locais por estar associado a comunidades étnicas turcas minoritárias. A maioria das empresas discográficas búlgaras considera-o retrógrado, enquanto muitos o consideram unificador.
A adaptação facilita a sobrevivência. Isto leva o mundo do trabalho, bem como os futuros empresários ainda na escola, a refletir sobre a questão da adaptabilidade das organizações. De acordo com muitos observadores, uma grande parte desta questão implica tornar-se uma organização que aprende.
São poucas as áreas em que a tecnologia digital terá dificuldade em substituir o ser humano, e o equicoaching é uma delas. Ensina-nos coisas sobre o nosso mundo íntimo.
Levantar a voz quando começa a confusão. Este é o tipo de solução que acaba por acentuar o problema. O nível de ruído nas discussões privadas adapta-se e, gradualmente, todos perdem a sua energia. Então, o que é que se pode fazer para atrair e manter a atenção? Aqui estão algumas ideias, algumas delas surpreendentes, que podem ser utilizadas tanto presencialmente como à distância.
O que é que implica passar de uma abordagem baseada na situação para uma abordagem baseada na simulação? As simulações de realidade virtual estão a revolucionar a formação, permitindo uma prática sem riscos, apesar da complexidade das situações. Mas a sua utilização generalizada levanta questões: qual será o seu impacto nos conhecimentos, nas profissões e nas identidades profissionais?