As chaves da narrativa interactiva: informação, satisfação e controlo
As histórias interactivas são provavelmente mais bem sucedidas na formação do que no entretenimento, porque a formação exige que se processe a informação e a coloque num contexto. A interatividade é ainda mais interessante quando se tem a impressão de que se está no controlo e a avançar para o objetivo.
A arte do professor face ao algoritmo
As plataformas adaptativas prometem ajustar automaticamente a dificuldade de cada aluno com base nos dados. Mas calibrar um desafio é mais do que otimizar os indicadores. O algoritmo individualiza com base em traços; o professor contextualiza com base numa situação humana, relacional e simbólica. O desafio não é opor o homem à máquina, mas preservar o discernimento pedagógico face à otimização algorítmica.
A história é um brinquedo
Quer assumam a forma de pixéis, fatos de época ou contos fantásticos, estas utilizações lúdicas da história têm uma coisa em comum: abalam a nossa relação com o passado. Ao convidar-nos a entrar literalmente na história, a vivê-la e a reencená-la em vez de a contemplar à distância, abrem novas formas de a transmitir e apropriar.
Ficção de design aplicada à educação e formação
A prototipagem de usos ou objectos futuristas é facilitada por práticas narrativas aplicadas ao design
Semear em vez de passar adiante
O mundo vivo apoia o ambiente de aprendizagem, e a questão é conseguir promover uma cultura conducente à aprendizagem, em vez de verter o conhecimento de um recipiente velho para um mais novo.