Da inteligência emocional à manipulação
Desde há cerca de vinte anos, a inteligência emocional é reconhecida pelos especialistas. Para alguns, tornou-se mesmo a chave para um mundo construído sobre a ajuda e a compreensão mútuas. Mas será que ter um quociente emocional elevado garante empatia e bondade para com os outros? Não necessariamente, segundo muitos especialistas.
Será que as metaverses vão falhar?
Há algumas dúvidas quanto à generalização das metáforas. Irá Meta perder a sua aposta no metaverso?
Passar da teoria à prática: um desafio para as escolas
Como disse Benjamin Franklin: "Envolve-me e eu aprenderei". É essencial que as escolas permitam erros, experimentação e confiança nos professores.
Cumprir o seu potencial em ofícios manuais
Na panóplia da carta branca, prefiro sempre a do ofício, a que dança com um turbilhão de ideias, a que transporta para uma enorme onda expansiva e criativa com múltiplas técnicas e que se tornou possível por nos termos tornado habilidosos com as nossas próprias mãos. Vamos descobrir a felicidade que as tarefas manuais trazem e vamos compreender um pouco mais o apelo dos trabalhos manuais que se está a intensificar.
Avaliar a relevância da informação: um desafio de sensibilidade para a inteligência artificial
A inteligência artificial visa fornecer respostas próximas das que um humano daria se fosse dotado de memória e extraordinária capacidade de cálculo.
Para além da força bruta ligada ao poder dos processadores, isto requer uma consideração fina do contexto e dos aspectos emocionais, a fim de identificar a informação que pode ser relevante para o indivíduo que recebe a informação.