Porque é que a obrigação de meios é uma ilusão se não tivermos em conta os indivíduos
O ensino baseia-se em elementos científicos, mas é provavelmente também uma arte. Talvez o erro básico seja querer uniformizar tudo e não ter em conta os indivíduos, sejam eles alunos, professores ou diretores, cada um com as suas próprias caraterísticas. Um aluno é único, um professor também o é e um diretor também o é, por isso, porquê tentar encaixá-los a todos num molde gigante?
Filosofia, humanidades e cultura pop: a aliança inesperada
Há inúmeras revistas e publicações que se desviam para a cultura pop para tratar de temas geralmente considerados sérios. Se não conseguirmos explicar este sucesso, podemos descobrir com alegria que uso pedagógico pode ser feito destas histórias, filmes, banda desenhada, séries ou canções partilhadas pela maioria das pessoas.
Metáforas no mundo digital
As metáforas numéricas facilitam a compreensão de conceitos complexos, para fins profissionais e, por vezes, científicos.
A maturidade de uma organização que aprende
A adaptação facilita a sobrevivência. Isto leva o mundo do trabalho, bem como os futuros empresários ainda na escola, a refletir sobre a questão da adaptabilidade das organizações. De acordo com muitos observadores, uma grande parte desta questão implica tornar-se uma organização que aprende.
A moral pode fazer parte da educação económica?
A economia é a força motriz da maioria das actividades humanas. Por conseguinte, os pais e as escolas não têm outra alternativa senão abordar este tema para preparar a geração mais jovem. Mas será que a moral deve ser integrada no ensino da economia?