Professores na escola de amanhã
No mundo da educação, novas formas de fazer as coisas, novas normas sociais, novos comportamentos, novos pais...
Publicado em 21 de maio de 2025 Atualizado em 21 de maio de 2025
Após o Big Bang, o universo expandiu-se e desenvolveu formas que hoje fascinam tanto o público em geral como os astrofísicos. Estes últimos descobriram muitas coisas sobre o cosmos e o nosso mundo. Mas um mistério permanece: como é que tudo isto se encaixa? Como é que todas as galáxias têm mais ou menos a mesma forma? Especialmente porque algumas das regras parecem não se manter tão bem.
De acordo com a lei da gravitação universal de Newton, quanto mais longe um objeto estiver da força da gravidade, mais devagar viaja. Isto explica porque é que Neptuno demora 165 anos terrestres a completar uma volta em torno do Sol. No entanto, quando olhamos para galáxias distantes, vemos que as estrelas mais afastadas orbitam mais depressa do que o esperado. Poderá isto dever-se ao facto de as leis de Newton serem aplicadas de forma diferente? Há quem diga que sim, mas a maioria dos cientistas refuta esta ideia, voltando-se antes para a matéria negra.
Esta matéria, que se pensa estar em todo o universo, é totalmente invisível a olho nu e a todos os equipamentos existentes. De momento, é uma substância fantasma que não foi observada. No entanto, muitos investigadores estão ocupados a tentar prová-la. Alguns vão desenvolver simulações ultra-realistas da formação do Universo, tentando aperceber-se dele. Outros estão a analisar a possibilidade de ver a interação da matéria negra com neutrinos ou outros elementos minúsculos que tentam recriar por colisão. Para já, nenhuma destas abordagens deu resultados, mas cada hipótese invalidada é vista como uma boa notícia pela comunidade científica, que a vê como mais um passo para a descoberta desta "cola" universal.
Duração: 30 minutos
Imagem: Peter Schmidt do Pixabay
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