Facilitação em inteligência colectiva: encontrar a onda
Kurt Lewin identificou o "campo social" como uma forma de compreender a dinâmica de grupo. E se alargássemos esta linha de raciocínio com a ideia de uma onda a passar por este campo social?
Publicado em 26 de novembro de 2025 Atualizado em 26 de novembro de 2025
Todos nós somos artistas involuntários. Todas as noites, os nossos cérebros actuam continuamente sem o filtro cognitivo e criam imagens e cenas únicas que, por vezes, desafiam a lógica e as regras do nosso mundo. A maior parte das pessoas não se recorda deste período imaginativo que, segundo os cientistas, é utilizado para regular as emoções ou, caso contrário, apenas os pesadelos. No entanto, algumas pessoas conseguem transpor as suas experiências para obras de arte.
Esta reportagem da ARTE segue uma série de artistas que utilizam os sonhos como estética e, sobretudo, como motor criativo. Há um performer austríaco que gosta de dormir a sesta nos locais mais incongruentes, uma forma de nos lembrar a importância do sonho neste mundo.
Um artista plástico alemão utiliza os seus sonhos para criar uma falsa biografia da sua vida em pinturas e curtas-metragens cuja estética e lógica evocam os sonhos. Um outro alemão exorcizou os seus pesadelos em série compondo canções de "black metal". Ele tem mais medo das noites sem sonhos do que de potenciais imagens negativas.
Por fim, uma artista plástica francesa utiliza as ondas cerebrais dos seus períodos de sonho para criar montagens ou esculturas digitais utilizando a impressão 3D.
Duração: 30min12
Imagem: Facusio Creations from Pixabay
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