IA generativa: uma nova arma cognitiva, um novo alfabeto ou uma nova linguagem comum?
A IA generativa redistribui as capacidades de produção e de análise intelectual. É uma tecnologia de poder cognitivo suscetível de amplificar as desigualdades entre os que a dominam e os que lhe estão sujeitos. O seu potencial emancipatório depende das condições educativas, culturais e institucionais em que é adoptada. Estaremos prontos a considerar o domínio das tecnologias cognitivas como uma componente essencial do bem comum educativo?
Desde a formação até à empresa de aprendizagem
O que as empresas ganham quando se tornam aprendizes. Para facilitar o trabalho diário dos membros da sua equipa, para os ajudar a desenvolver-se e a querer ir mais longe, para aprender e mesmo para aprender como uma equipa.
Auto-questionamento e sentido de eficácia pessoal
O auto-questionamento é um meio de desenvolver uma cultura de aprendizagem; anda de mãos dadas com práticas de auto-explicação e autoavaliação para uma eficácia máxima.
A abordagem policrónica: a criatividade em contexto de teletrabalho
Até hoje, o teletrabalho é objeto de debate entre grupos antagónicos. No entanto, parece ser um terreno fértil para a criatividade e a eficácia, sobretudo quando se trabalha em policronia. Para unir opiniões opostas, seria possível optar por uma organização híbrida, garantia de criatividade e de realização socioprofissional.
Da relação com o conhecimento ao desejo de aprender em conjunto
A mediação foi inicialmente pensada como transmissão, uma relação com o conhecimento, a aprendizagem e, finalmente, o desejo de aprender em conjunto.