Publicado em 06 de dezembro de 2023Atualizado em 06 de dezembro de 2023
Ajudar as crianças a ultrapassar traumas
Passos para acalmar os nervos
Todas as épocas tiveram os seus momentos traumáticos na sociedade, ao ponto de todos se lembrarem do que estavam a fazer nesse dia. Para alguns, foi o assassinato de John F. Kennedy e de Martin Luther King Jr. Mais tarde, o massacre de Columbine e os atentados de 11 de setembro de 2001 também deixaram a sua marca numa geração. Os mais recentes recordarão provavelmente o início do confinamento por covid-19 e a morte de George Floyd nos Estados Unidos, que desencadeou o movimento "Black Lives Matter".
O que devemos fazer enquanto professores ou pais quando ocorrem estes e outros acontecimentos traumáticos (catástrofes naturais, guerras, etc.)? Nesta palestra (com legendas em francês), a investigadora Kristen Nguyen descreve os 3 passos que devem ser dados para ajudar as crianças.
Em primeiro lugar, restaurar o sentimento de segurança física e emocional. O adulto, sem mentir, racionaliza o que aconteceu e tranquiliza o aluno.
Depois, há o difícil trabalho de gerir as emoções e de as partilhar.
Finalmente, é altura de agir.
Parece importante, tanto para os alunos como para os professores, partilhar todas as emoções criadas pelo acontecimento. Isto pode ser feito oralmente, por escrito, através de mímica, etc.
O objetivo é passar das emoções de sobrevivência para as de criação de laços e de sentido de comunidade, e de quebra do isolamento. Isto conduz à terceira etapa: a ação.
Perante uma situação aparentemente difícil, é preciso encorajar os jovens a tomar medidas que exprimam os seus valores, sem mudar tudo. Foi o que aconteceu com as marchas pelo clima e as acções militantes para denunciar a expulsão de famílias de imigrantes ou a circulação de armas. Todos estes pontos diferentes conduzem a um objetivo: sair coletivamente do trauma e provocar pelo menos uma pequena mudança neste mundo.
Os empregos de hoje não serão os de amanhã. Como podemos reinventar as competências e profissões que irão fazer o mundo do trabalho? Como enfrentar os desafios urgentes e complexos do futuro do emprego. Este artigo explora os factores chave para desenvolver as competências de amanhã e as colaborações necessárias para o conseguir.
Você e os seus alunos são talentosos? No entanto, a própria ideia de talento não tem nada de científico. A maioria dos génios não alcançou o seu sucesso por pura força de vontade, mas sim na presença de ambientes que lhes permitiram prosperar.
Na era da tecnologia digital e da IA, tomar a iniciativa está a tornar-se uma questão central na aprendizagem. Entre o medo do erro e o desejo de autonomia, revela-se um paradoxo: a tecnologia digital tanto pode restringir como libertar. Repensar a educação significa abraçar o risco e valorizar a ousadia do aluno.